Editorial A preparação das cidades para resistirem a eventos climáticos extremos deixou de ser uma escolha administrativa, como era há bem pouco tempo, para se tornar uma necessidade incontornável. A previsão de ocorrência do Super El Niño, com possibilidade de calor, baixa umidade, chuvas intensas e rajadas de vento, reforça a obrigação de governos municipais criarem instrumentos capazes de reduzir danos. Santo André dá exemplo ao instituir a Operação Estiagem e Resiliência Climática 2026, ampliar o mapeamento de áreas sujeitas a queimadas, treinar equipes e manter estrutura de plantão. A iniciativa reconhece que prevenção exige organização antes que os problemas, de fato, ocorram.
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