“O Brasil que eu quero para o futuro é um Brasil onde as mulheres sejam respeitadas e não assassinadas. Um lugar onde a diferença de raça, religião ou de gênero não importe.” Luiza de Barros Noé Siqueira, com a colaboração de Gabrielle Matos Puccini. Trecho apresentado junto ao Cruzeiro da Independência, na Vila Assunção, em Santo André. Memória, 9 de setembro de 2022. Jornalista e radialista Milton Parron, da Rádio Bandeirantes, [Leia mais]
Trabalho apresentado pelo memorialista Vanderlei Retondo no Clube dos 21 Irmãos Amigos de Santo André. Mitos e verdades Vanderlei Retondo Há uma história interessante sobre mitos e verdades: Um jovem casal estava preparando seu jantar e o cardápio era peixe frito. A esposa cortou o rabo e a cabeça do peixe, temperou-o e o colocou na frigideira. Intrigado, o marido perguntou por que [Leia mais]
O infografista Agostinho Fratini, fiel escudeiro da Memória, se propôs a criar uma ilustração que simbolizasse a data e marcasse o rol de colaborações dos leitores. Tornou-se necessário um índice para que nada se perdesse e passasse a marcar a semana que hoje começa. Então, lá vai: 1 – O busto de Dom Pedro inaugurado em 1972, ano do Sesquicentenário da Independência, retornou à Praça Cívica do Paço de São [Leia mais]
(*) A Memória deste domingo tem a participação direta do professor e jornalista João Bosco Santos. O Sr. Ferriani se levanta às 6h todo santo dia. Corta a barba. Toma banho. Às 7h10 está todo alinhado, impecavelmente vestido, na sede da Coop, em Santo André, distribuindo serviço, tomando providências para que a correspondência do dia chegue à rede de lojas do Grande ABC e Interior. Aos 98 anos completados em julho, Milton Ferriani cumpre [Leia mais]
A revelação é feita pelo cronista, memorialista e advogado José Bueno Lima: sábado sim, outro também, os integrantes do Panelinha se encontram em almoço. E a história de Santo André é contada e passada a limpo. Esta página Memória deve muito ao Panelinha. Nos primórdios da coluna, nos sentamos com o médico Rubens Awada, o Bimbo, que nos confiou o álbum fotográfico do clube, onde se destacam os grandes desfiles de [Leia mais]
Na entrada de Maróstica há uma placa informando que a cidade tem uma irmã no Brasil, São Bernardo. Estamos no Vêneto, província de Vicenza. Ao lado do Paço de São Bernardo, o Parque da Juventude ganhou um apêndice: “Cittá Di Maróstica”. Os laços das duas cidades-irmãs param por aí? Não obrigatoriamente. Autoridades e moradores de Maróstica têm visitado São Bernardo; cidadãos de São Bernardo têm estado em Maróstica. E o grande [Leia mais]
“Tenho a honra de entregar, em pleno funcionamento, a primeira fábrica de caminhões instalada em território brasileiro”. Alfred Jurzykowski, presidente do Conselho Administrativo MBB, em discurso proferido em 28-9-1956. Nota - Alfred Jurzykowski é hoje nome de avenida no bairro Paulicéia, em São Bernardo. Imaginamos a movimentação que ocorre na Mercedes nessas semanas que antecedem o 28 de setembro. Pois foi nessa data, em 1956, [Leia mais]
Agora é trabalhar sério para chegar ao ano 40. A equipe interna que prepara Memória o faz com o mesmo carinho dos nossos colaboradores, vocês espalhados pelas sete cidades, com esticadas para fora da região. Em tempo – O novo cabeçalho, a exemplo do anterior, é obra do infografista Agostinho Fratini, da Editoria de Artes do Diário . O OPERÁRIO DA ARTE Ontem adiantamos o tema de hoje, com o título São Bernardo [Leia mais]
Recordamos esta história, vivida 44 anos atrás, a pedido de José Eduardo Assumpção, o “Dado”, neto de dona Muciana, que recorreu à Memória. - Vocês não teriam uma foto dos meus avós? Respondemos que sim, e fomos atrás da foto, devidamente arquivada no Banco de Dados do Diário e tirada numa quinta-feira, 10 de dezembro de 1981, quando fomos à fazenda do coronel João Baptista de Oliveira Lima, apelidado Joãozinho Teco – a fazenda ficava em [Leia mais]
A palestra foi realizada em 21 de julho último. E neste 30 de agosto, 94 anos atrás, a Revolução Constitucionalista de 1932 estava em plena efervescência. No dia seguinte, 31-8-1932, estampava o jornal “O Estado de São Paulo”, em manchete: “A bravura dos soldados da lei se opõe à fúria dos ataques dos ditadores”. EDITORIAL – Solicitadas pelas classes do Rio de Janeiro uma conversação sobre a paz, as associações paulistas responderam que [Leia mais]
As olarias desapareceram, mas não a sua história, graças à Sociedade Esportiva Olaria, que ao completar 71 anos promove hoje, sábado, um jantar-dançante como nos velhos tempos. Sociedade Esportiva Olaria nasceu em 23 de agosto de 1955. Linda sede, construída graças à colaboração de vários proprietários das olarias que doaram tijolos e do empenho dos oleiros. A construção da sede estendeu-se por seis a sete anos. A inauguração ocorreu no [Leia mais]
Nesta Semana São Bernardo 2026, recordamos 1975, a VI Copa João Ramalho disputada. A seleção de São Bernardo ganhou o título pela terceira vez vencendo a seleção de Santo André por 2 a 1 no Estádio Lauro Gomes, hoje Anacleto Campanella, em São Caetano. Manchete do Diário : “São Bernardo ganha jogo e o título em nove minutos”. Santo André vencia por 1 a 0, gol de Nega aos 13 minutos do primeiro tempo. São Bernardo empatou aos 36 do segundo [Leia mais]
A alegria e carinho pelas irmãs Palotinas em São Bernardo podem ser sintetizados na Basílica da Boa Viagem lotada no sábado, 25 de julho de 2026. Uniram-se: comunidade atual do Colégio São José a alunos e professores do chamado Colégio das Irmãs de várias outras gerações de são-bernardenses. Célia Guiesser, ex-aluna e ex-professora do colégio, escreveu uma mensagem destacando a importância do evento e a unidade de muitos para que os 90 anos das [Leia mais]
Como assim, Dalila na Semana São Bernardo? Correto. A portuguesinha descobriu a região atraída pela fábrica Gemmer do Brasil, fabricante de autopeças fundada em 1958 na novata Avenida Rotary, espécie de Avenida Industrial de São Bernardo. Dalila conheceu o grande amor da sua vida, um jovem advogado, Valdecirio Teles Veras. Família constituída em Santo André. Dalila largou o cargo de secretária para assumir de vez a poesia trazida da Ilha da [Leia mais]
A COLHER Desta colher de pedreiro eu fiquei sabendo quando meu pai – Natalino Angeli – faleceu. Minha mãe, Emília, falou da divisão dos pertences do nono Cristiano, entre eles esta colher como lembrança da construção da igreja do bairro. Meu pai se interessou em ficar com ela. A colher permaneceu guardada durante cerca de 52 anos. Guardo como lembrança familiar, da igreja, do bairro. Meu filho já se interessou em ficar com ela no futuro, [Leia mais]
MATRIZ DO BAIRRO ASSUNÇÃO 15/8/1954 - Lançamento da Pedra Fundamental 2/5/1956 - Criação da Paróquia 15/8/1956 - A posse do primeiro vigário Pesquisa: Marlene Moratti Das fotografias feitas por Chiquinho Marotti, devidamente identificadas no livro “Semente do Grande ABC” (PMSBC, 2012), nascido aqui em Memória, foi possível destacar uma grande parte das famílias pioneiras do então nascente Bairro [Leia mais]
Padre Rogério Duarte Irmão, o Padre Rogerinho, assumiu a Paróquia Nossa Senhora da Assunção, em São Bernardo, em agosto de 2025. Trouxe vida nova à comunidade, hoje formada por muitos jovens e crianças mesclados por famílias que vivenciam 70 anos de religiosidade simbolizados no ato de Dom Jorge Marcos de Oliveira que criou a paróquia em 15 de agosto de 1956. Vida nova ao bairro. Sem se esquecer da velha guarda que se uniu para dar à antiga [Leia mais]
PELOS ARES A prefeita Tereza Delta era a madrinha do Vila Baeta FC. Um dia ela nos levou de avião para jogar no interior. O avião decolou de um terreno ao lado da Vera Cruz. Zezé ¦¦¦ Alvimar, o cunhado, casado com Zulmira Vasconcelos, a Mira, era forte e decidido. Não perdia uma dividida. E nunca foi expulso numa partida de futebol, o que lhe rendeu o título de Jogador Símbolo de São Bernardo. Barbosa, Babi [Leia mais]
O LANTERNA Quando ia ao cinema, todo mundo sabia. Eu começava a dar risada e os outros assistentes diziam: - O Zezé está aí. O ‘lanterninha’ ameaçava: - Se você começar a rir, eu te ponho pra fora. Cf. depoimento que gravamos com José Vasconcelos, o Zezé, para o livro “São Bernardo, 200 anos depois”, publicado em 2012. NOTA – A gravação com Zezé foi realizada em 23 de janeiro daquele ano; Zezé nos deixou [Leia mais]
Duas cidades, duas datas. O historiador Newton Ataliba Madsen Barbosa conta em suas obras que, em 1953, São Bernardo delegou o 8 de abril em favor de Santo André, que fez uma grande festa naquele ano. E a opção de São Bernardo recaiu no 20 de agosto, o que passou a ser comemorado até hoje. Memória, 20-8-1988 O saudoso esportista Cyro Cassettari criou a expressão “Bernô” para São Bernardo, inspirando-se em “Belô”, [Leia mais]
As pioneiras irmãs Felicita Spagnoli e Celina Polci chegaram à cidade em 11 de fevereiro de 1936. Foram abrigadas pelo casal Sétimo e Inês Rossi, a pedido do pároco de São Bernardo, padre Carlos Porrini. Sete meses depois, em 11 de setembro, criaram a primeira célula do Colégio São José, um curso primário à Rua Carlos Del Prete, 55. Os móveis foram doados pelas fábricas e famílias locais. Outras palotinas vieram. A paisagem da [Leia mais]
SÃO PALLOTTI A Congregação das Irmãs do Apostolado Católico teve como fundador São Vicente Pallotti, sacerdote romano, em 1828, na Itália Sábado, 25 de julho de 2026. Escreve Elexina D’Angelo: Foi rezada hoje uma missa em homenagem aos 90 anos em que as Irmãs Palotinas estão em São Bernardo, iniciativa da AME (Associação dos Amigos da Memória). A ideia foi bem recebida pela escola, ex-professores, as irmãs que ministraram aulas em [Leia mais]
SAMBA ANDREENSE Adoniran tocava flautinha, Angelo, pratos. E numa conversa em pleno bairro Jardim, na casa dos Rubinato da esquina das Ruas Padre Vieira e Manoel de Nobrega, nasceu “Tocar na banda, pra ganhar o quê? Duas mariolas e um cigarro Iolanda”. Luiz Henrique Gurgel Memória, 9 de agosto CELSO DA GAMA Quando abri “Memória” hoje (segunda-feira, 10), e vi que o tema era Vila Assunção, vibrei, ainda mais se referindo ao [Leia mais]
João Ramalho, Bartira e outros personagens do quinhentismo brasileiro vivem, ou sobrevivem historicamente, graças a trabalhos como o de Eduardo Reina, que por três vezes trabalhou no Diário. É um trabalho inédito o de Reina, sob o título “A Redescoberta de João Ramalho”, e com várias e surpreendentes hipóteses. 1ª) Existiriam mais que um João Ramalho, que teriam chegado ao Brasil antes e depois de Cabral. 2ª) A célebre Vila de [Leia mais]
Minha mãe dá-me cem liras Que para a América eu quero ir. Cem liras eu te dou, mas para a América, filha, não. Seus irmãos na janela: minha mãe, deixai ela ir. Meme Bianchi/Elisabetta Viviani Arranjos: Grupo Ragazzi Dei Monti Os imigrantes foram despachados pelo interior afora com a missão primeiro de cultivar café. Plantaram e fizeram carvão nos arredores da Capital, bairros da periferia, núcleos [Leia mais]