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Noite de gala em Ribeirão. É o baile da SE Olaria. Uma história de 71 anos. De grandes conquistas. Alô, Miltinho Roncon.

O clube mantém viva uma atividade que fez história na cidade, suas olarias

Ademir Medici
29/08/2026 | 06:54
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 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


As olarias desapareceram, mas não a sua história, graças à Sociedade Esportiva Olaria, que ao completar 71 anos promove hoje, sábado, um jantar-dançante como nos velhos tempos.

Sociedade Esportiva Olaria nasceu em 23 de agosto de 1955. Linda sede, construída graças à colaboração de vários proprietários das olarias que doaram tijolos e do empenho dos oleiros.

A construção da sede estendeu-se por seis a sete anos. A inauguração ocorreu no início dos anos 1970. E olhem aí a mascote do clube, um tijolinho. 

DGABC

Todos ao baile de logo mais, às 20h, com a animação da Família Masan, um grupo musical formado por sete integrantes da mesma família (pai, mãe e filhos).

FUTEBOL

Tive a honra de vestir por muitos anos essa camisa, no futsal sendo campeão e no futebol de campo, levando e honrando as cores da SEO.

Cleber Santos

SOM

Em 27 de julho de 1974 fiz meu primeiro baile no Olaria, como baterista do conjunto Universons, num salão ainda de tijolos a vista.

J. Roberto Zappalá

DOCE FOLIA

Carnavais inesquecíveis. Deus abençoe essa família.

Célia Maziero da Paz

HISTÓRIA

O museu do Olaria está apenas no começo de sua formação, mas conta com peças de tijolos de várias olarias e, principalmente, com a arte de Alcides Bertoldo. Ele trabalhou na olaria do Santo Bertoldo, seu pai.

Pedro Cordeiro, historiador

Memória, 23-8-2018

ALVINEGRO. Miltinho Roncon, o maior artilheiro da história da SE Olaria, e a bandeira do clube 71: história de amor a Ribeirão Pires

  

Moacir, camisa 11 do Memofut

Hoje é o aniversário de Moacir Andrade Peres, integrante do Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol).

Moacir nasceu em São Paulo, Capital, em 29 de agosto de 1953 e é corintiano desde bebê, como bem demonstra a foto do seu álbum pessoal.

Professor da Fundação Getúlio Vargas e desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, Moacir divide seu tempo em duas atividades principais:

1ª) Ministra a disciplina Técnicas de Negociação para alunos dos cursos de graduação em Administração de Empresas, Administração Pública, Direito, Economia e Relações Internacionais.

2ª) Após sua aposentadoria, como desembargador em março de 2023, tem-se dedicado a organizar suas coleções de figurinhas e botões de futebol, com o intuito de escrever dois livros, como Memória focalizará na edição da próxima segunda-feira.

NO ATAQUE. O camisa 11 do Memofut, corintianíssimo desde que nasceu

NAS ONDAS DO RÁDIO

‘De sambista brasileiro...

...quando bate no pulmão...

...lembra a batida do pandeiro’

Noel Rosa

Texto: Milton Parron

O compositor Noel Rosa, ao contrário do que muitos acreditam, realmente foi acadêmico de medicina tendo ingressado no primeiro ano da faculdade em 1931.  

É bem verdade que suas ausências eram muito mais numerosas que as presenças, porém, as notas sempre foram muito boas.  

Cursou dois anos e quando passou para o terceiro sumiu do mapa sem dizer ao menos “até logo”.  

O prazer da vida boêmia atrapalhou a formação de mais um médico, abrindo as portas para a revelação não de mais um, mas de um dos mais talentosos compositores musicais do País.  

A dúvida sobre os estudos de medicina do “Poeta da Vila” surgiu e ganhou força por causa de uma música que ele compôs quando frequentava a Faculdade, um samba que ele definiu como “samba anatômico”, assim está escrito no disco, ao qual deu o nome de “Coração”.  

Há nos versos um erro que os críticos nunca perdoaram, ainda mais em se tratando o autor acadêmico de medicina.  É onde a letra diz: “coração, transformador do sangue”, quando na verdade o coração não transforma, propulsiona.  

Tudo isso, com os devidos documentos, mais a música “Coração” original gravada pelo próprio Noel, serão apresentados no quarto programa “Memória” sobre Noel Rosa, neste domingo (30), às 7h da manhã na Rádio Bandeirantes.

Memória - Produção e apresentação: Milton Parron. Rádio Bandeirantes, 107.3 FM. Também disponível no Podcast Memória da Rádio Bandeirantes. Amanhã, às 7h, com reprise na sexta-feira, às 23h.

DIÁRIO HÁ MEIO SÉCULO

Domingo, 29 de agosto de 1976 – edição 3144

ESPECIAL – Grande ABC, a metamorfose da industrialização. Tudo começou com as olarias, na terra de cowboys. 

NOTA DA MEMÓRIA – Primeira matéria de uma série de duas, que renderia o Prêmio Esso de Jornalismo, região Sudeste brasileira, ao jornalista Edison Motta e a este repórter.

EM 29 DE AGOSTO DE...

1866 - Homero Thon nascia na Bélgica. Vinte anos depois, com sua família, muda-se para o Brasil e no final do século XIX já estava em Santo André, então estação de São Bernardo. Proprietário, seu nome é dado a um dos mais antigos bairros da cidade, Vila Homero Thon.

1931 - Prefeitura de São Bernardo abria concorrência pública para a construção de um cemitério em São Caetano.

NOTA – Trata-se do Cemitério da Saudade, no bairro Cerâmica, o segundo da cidade – o primeiro é o da Vila Paula, o terceiro o das Lágrimas.

1981 - Celebrada a primeira missa na capela de Nossa Senhora Aparecida, bairro dos Finco, Distrito de Riacho Grande, em São Bernardo.

MUNICÍPIOS BRASILEIROS

 No Estado de São Paulo, hoje é o aniversário de Leme (1895) e Mineiros do Tietê (1898). 

 Pelo Brasil, aniversariam: Jaguaretama (CE) e Teixeira (PB).

HOJE

 Dia Nacional de Combate ao Fumo -  Dia Internacional do Gamer - Dia Internacional Contra Testes Nucleares.
 

Martírio de São João Batista

29 de agosto

A Igreja lembra a morte do precursor de Jesus Cristo. João Batista foi degolado.

Divulgação: Arquidiocese de Manaus 

VERSOS

"Se existe alma, se há outra encarnação, eu queria que a mulata sapateasse no meu caixão".

Noel Rosa

“Fita Amarela” (1932)




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