Palavra do Leitor

Bailarinas de Diadema
‘Crianças descobrem balé em projeto de ONG que mistura sonhos com passos’ (Diarinho, dia 30). Parabenizamos toda a equipe do Diário pela excelente reportagem, sensibilidade, além do registro pelas fotos e informações sobre o nosso projeto. Aos profissionais envolvidos, as nossas gratidão e consideração: o repórter Julio Lima e o fotógrafo André Henriques.
ONG Além Brasil
do Instagram
Trump e o poder – 1
‘EUA: Trump ainda sugere 3º mandato, mas começa a projetar vida fora da Casa Branca’ (www.dgabc.com.br). Sugere terceiro mandato como, se a constituição dos EUA não permite?
Gabriel Barbosa
do Instagram
Trump e o poder – 2
Sugere um golpe na Constituição do país.
Leonardo Souza
do Instagram
Neymar e os corintianos
‘Pequeno corintiano se emociona ao ganhar camisa de Neymar, mas é xingado e sai amparado pela PM’ (www.dgabc.com.br). Se 47 mil torcedores do Corinthians saíram da Neo Química Arena, no domingo, tristes com a derrota da equipe de Fernando Diniz para o Santos por 1 a 0, pior e lamentável foi o vexame promovido por centenas de insanos torcedores do time da casa. Entre diversos cartazes de torcedores do próprio Corinthians pedindo a camisa de Neymar, um garoto de 8 anos, também com um cartaz, foi quem recebeu, ao final do jogo, a tão desejada camisa das mãos do craque do Santos. Se chorou, emocionado, por receber o presente ao lado de seus familiares, esse inocente torcedor do Corinthians certamente não esperava a reação, até criminosa, de centenas de torcedores corintianos, que passaram a hostilizar, com xingamentos, o garoto e seus familiares. Tal foi a reação estúpida desses torcedores que a Polícia Militar precisou intervir e proteger o garoto e seus familiares, retirando todos pelo gramado do estádio, para que não fossem mais agredidos. Lamentável mais esse episódio dentro de uma competição esportiva e, infelizmente, principalmente dentro dos estádios de futebol.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)
Poderes e os privilégios
No Brasil, a igualdade continua seguindo a lógica de George Orwell: todos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros. Na verdade, o melhor plano de saúde do Brasil parece ser aquele em que o beneficiário paga pouco e o contribuinte paga a conta. E não são apenas senadores: seus familiares e até ex-parlamentares podem estar entre os beneficiários. De tempos em tempos, aparece uma lista de mordomias, seguida do inevitável apelo: “Vamos fazer uma campanha para acabar com esses privilégios!”. Confesso que nem perco meu tempo repassando. Alguém realmente acredita que quem se beneficia de tantas vantagens aceitará espontaneamente cortá-las? Se foram necessários 30 anos para o governo Lula reconhecer que o cidadão tem direito ao descanso, quantos serão necessários para que um corte de privilégios atinja cabeças tão bem acomodadas pelo sistema? Enquanto isso, o andar de baixo recebe bolsas para matar a fome, e o andar de cima parece cada vez mais interessado em garantir suas próprias bolsas — de grife. A pergunta é inevitável: quem paga a conta não deveria ter o direito de saber por que existem cidadãos de primeira e de segunda classe quando o assunto é dinheiro público?
Izabel Avallone
Capital
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