Palavra do leitor
FOTO: DGABC

O poder público precisa assumir a gestão no controle das árvores que estão fincadas nas calçadas com raízes expostas, danificando toda a extensão da calçada e comprometendo a circulação do pedestre, o expulsando para a pista de rolamento e gerando risco de atropelamento. Além de todo esse impacto causado pelo descaso, soma-se também os desníveis das calçadas edificadas, contrariando as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e a omissão da fiscalização do poder público, em defesa da mobilidade a pé, idosos, mulheres grávidas e todos os pedestres de mobilidade reduzida. Sou morador do bairro Jordanópolis e somos reféns de todo esse desarranjo no ambiente urbano. Existem dezenas de árvores pedindo para serem removidas. Queremos aqui chamar atenção do morador, para que exerça sua cidadania. Vamos exigir do poder público sua obrigação e que tenha um olhar para essas questões, temas que podem gerar acidentes a nossa população.
Gercio Vidal Bento
São Bernardo
‘China anuncia tarifa de 55% para importação de carne bovina’ (Economia, ontem). Desta vez o tarifaço de 55% sobre a carne bovina contra o Brasil, não partiu do inconsequente Donald Trump, mas do governo chinês, nosso maior comprador. Porém essa taxa vai vigorar até 2028, e somente será aplicada os 55%, sobre o excedente que for exportado acima da cota definida pelos chineses para 2026, de 1,106 milhão de toneladas, em 2027, de 1,128 milhão, e, em 2028, de 1,154 milhão. Até novembro deste ano, o Brasil exportou para a China 1,499 milhão de toneladas de carne bovina, somando vendas de 8,029 bilhões de dólares. Mas, pelos cálculos da Abrafico (Associação Brasileira de Frigoríficos), esse tarifaço da China pode implicar numa perda de 3 bilhões de dólares, em 2026, sobre nossas exportações de carne. Também foram penalizados com a imposição dessa tarifa de 55%, sobre a carne bovina os países que exportam para essa nação asiática, como a Argentina, Uruguai, Nova Zelândia, Austrália, e os Estados Unidos.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)
O STF (Supremo Tribunal Federal) é pilar da democracia. Justamente por isso, seus integrantes não podem se colocar acima de questionamentos. Cabe ao Senado investigar, cobrar explicações e, se elas não forem convincentes, considerar o impeachment. Não é afronta institucional, é dever constitucional. Todo poder sem limite tende a se corromper. Ministros que relativizam encontros, ocultam quem financiou viagens ou tratam como ‘bobagem’ o interesse público desprezam a transparência que exigem dos demais. Quando se trata de terceiros, o STF cobra sem piedade. Quando instado a se explicar, cala-se. Quem julga a República não pode se esconder dela. Se a régua da moralidade vale para todos, também deve alcançar a toga.
Luciana Lins
Campinas (SP)
O Diário agradece e retribui os votos de boas festas recebidos de Carlos Eduardo Biagini; de Scania Brasil e equipe; e de Perkons e equipe.
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