A última vez que a vimos foi em 2003, quando dona Aída nos falou de uma dupla comemoração naquele 24 de outubro: os seus 86 anos de idade e os 66 anos de casamento com Domingos Bressan. Aída Arnoni nasceu em Paranapiacaba, em 24 de junho de 1917, filha de João Baptista Arnoni e de Adélia Dal Pogetto. Domingos Bressan nasceu em Ribeirão Pires, em 4 de maio de 1913, filho de Giácomo Bressan e de Elisa Buosi. O jornalista Nicolau Antonio [Leia mais]
DÚVIDA Escrevendo para parabenizar e agradecer (mais uma vez) pelo conteúdo da Memória. Em particular, cito o material da semana de Ribeirão Pires. Na que foi publicada nesta semana, vários nomes citados como parte da história da cidade se tornaram nomes de ruas ou de bairros. E neste quesito me surgiu uma dúvida, o seu texto fala de Santo Bertoldo, e a cidade possui uma rua chamada Santo Bertoldo. Queria saber se é a mesma pessoa. Nilton [Leia mais]
Walter Gallo deixou com Memória um recibo com informações importantes da Corporação Musical Estrela do Norte, fundada em Ribeirão Pires em 25 de janeiro de 1939. Mais de meio século depois, o sanfoneiro Moacir da Silva mantinha um conjunto musical que animava as festas da cidade. A calça rancheira encolheu. E o sírio nem se desculpou. Que saída ele teve. Imigrante? Eu não. Histórias que dona Aída conta – 9 Havia um sírio em [Leia mais]
E em maio de 1986, o casamento de Olga Bottacin e Américo Moreira foi relembrado pelo semanário Domingo em Ribeirão Pires, suplemento que fez parte do grupo Diário de comunicação. Entre os filhos do casal Olga e Américo, um destaque, o escritor Roberto Bottacin, que além de escrever vários livros, jogou futebol como goleiro profissional e questionou todo o tempo usos e costumes não só em Ribeirão Pires como em outros recantos, inclusive [Leia mais]
O relato seguinte envolve uma querida memorialista – Aída Arnoni Bressan – o jornalista Evaldo Novelini, diretor de Redação do Diário; e o jornalista Darwin Valente, apresentador do "DV Cast" nos Estúdios RTV, em Mogi das Cruzes. I - O “LEITOR” Escreveu dona Aída, nesta Semana Ribeirão Pires 2026: Vicente Grecco não sabia ler, mas comprava jornais todo santo dia. E ficava atento aos comentários junto à banca de jornais. Se alguém lhe [Leia mais]
REGISTRO Sábado estivemos na casa da prima do meu pai no Centro de Ribeirão Pires, ela se chama Lúcia Giannaccini Pedizzi. Os Pedizzi também são antigos de Ribeirão Pires. Tania Geannaccini - Santo André E novos italiani surgirão na cidade. Dona Aída, nos registros que separamos hoje, fala de João Gallo. Lembramos do colecionador Walter Gallo, que confiou à Memória as três fotos de hoje. Numa das fotos, o Sr. Walter fala do casamento [Leia mais]
No jargão jornalístico, são duas fontes da memorialista Aída Arnoni Bressan que, entre outras virtudes, sabia ouvir os mais velhos, aprender com eles, colocar no papel as histórias contadas. No capítulo de hoje, dona Aída – em seu livro inédito – lembra de Antonio Guimarães e Paula Bueno. Alô, alô, estudiosos de Ribeirão Pires: aprendemos todos com dona Aída, falar o necessário, ouvir muito e escrever – como ela escrevia. Paula Bueno, 94 [Leia mais]
Hoje é o aniversário de Humberto Mariano, do Grupo Literatura e Memória do Futebol. Memória conversou com ele cinco anos atrás, procurando apresentá-lo sempre com o intuito de estimular o surgimento de novos estudiosos do futebol. Cinco anos depois, o que mudou? Mariano continuou a participar da família Memofut. Que mais? Entre as mudanças, Isabela não está mais só. Chegaram dois irmãos, Sofia e Gabriel, que, também, encantam a minha vida [Leia mais]
A Reuters é uma das maiores e mais conceituadas agências de notícias internacionais do mundo. E a premiada fotojornalista Amanda Perobelli representa muito bem a agência aqui na região. Amanda estará amanhã no Espaço Cultural Alpharrabio, participando da edição Encontros decisivos do mês de março. Escrevem os organizadores: Amanda se formou em Jornalismo pela Metodista. Passou pelo ABCD Maior. É fotojornalista da agência Reuters desde [Leia mais]
E a maioria das dublagens era feita pelo estúdio de Herbert Richers, “o principal no gênero na América Latina”. Até hoje, 16 anos após a sua morte, vez ou outra um filme registra o bordão que tomou conta do País: “Versão brasileira, Herbert Richers”. Herbert estabeleceu-se no Rio de Janeiro em 1942, com menos de 20 anos. Começou no ramo de distribuição de filmes, até criar o seu estúdio de dublagem. Em seus escritos, Aída Arnoni Bressan cita [Leia mais]
Hoje pode ser uma quarta-feira histórica na radiodifusão do Grande ABC, com a formação de uma cadeia entre a Rádio Pérola da Serra, de Ribeirão Pires, e a Rádio Emissora ABC, instalada nos altos de Vila Gilda, em Santo André. Esta Memória incentiva um diálogo entre Marquitho Riotto, da ABC, e Ademar Bertoldo, da Perola, com vistas ao aniversário de Ribeirão Pires. Tema central: os italianos de Ribeirão Pires. A conversa pioneira pode acontecer [Leia mais]
SÃO JOSÉ Muito obrigado por publicar o conteúdo do mapa de 1935 da Paróquia São José numa data tão significativa como o 19 de março. O dia por aqui foi muito bonito e especial. Houve sete missas e a procissão. Ao longo do dia passaram mais de 2.300 pessoas pela nossa matriz. São José está reunindo muita gente e aos poucos as coisas vão melhorando. A festa está bem participativa e tranquila, serena, agradável. Padre Hamilton Gomes do [Leia mais]
São os manuscritos de dona Aída, devidamente datilografados e que ela pretendia transformar em livro. Com sua morte, o genro, Carlos de Castro Alves de Oliveira, confiou essas preciosidades aos nossos cuidados. Em 2010 publicamos os primeiros casos, numa série que chamamos de “Crônicas de dona Aída”. Retomamos à leitura destes escritos tão puros e gostosos, enriquecendo a Semana Ribeirão Pires 2026 e saudando o amor que a autora dedicava à [Leia mais]
Na planta de 1935 da primeira extensão da Paróquia São José, descoberta pelo padre Hamilton Gomes do Nascimento, pároco da Matriz São José, aparece uma série de pedreiras. Destas, Memória recebera a foto de hoje, que os Carpinelli ofertaram ao memorialista Walter Gallo (1926-2024). E em seu livro, que permanece inédito, Aída Arnoni Bressan cita três pedreiras marcantes de Ribeirão Pires, as pedreiras Industrial, Catedral e Duarte Aranha. [Leia mais]
Ribeirão Pires foi o terceiro núcleo a receber imigrantes italianos no Grande ABC, depois de São Bernardo e São Caetano. Os primeiros imigrantes chegam em 1888 e ocupam o núcleo colonial de Ribeirão Pires a partir de março. Roberto Bottacin Moreira relaciona os passaportes coletivos de números 962-5050, 962-2250-52 e 9626-5054, expedidos em 9 de dezembro de 1887 no distrito de Mirano, município de Salzano e província de Veneza. A lista dos [Leia mais]
“O sol vem despontando, o oleiro vai acordando. É hora de trabalhar. A pipa já está girando, animais a vão puxando, para o barro misturar”. Versos iniciais do poema “O oleiro e o tijolo”, do professor e ribeirão-pirense Américo Del Corto ( Poesias Românticas , 2007). Foram seis meses inesquecíveis aqueles vividos em Ribeirão Pires 30 anos atrás, em 1996. Tomar o trem na estação Santo André, descer em Ribeirão, seguir até o Complexo Ayrton [Leia mais]
Neste Dia de São José, iniciamos a Semana Ribeirão Pires 2026 apresentando um documento oferecido à Memória pelo padre Hamilton Gomes do Nascimento, pároco da Matriz São José desde 2023. A planta focaliza o espaço físico da Paróquia São José de Ribeirão Pires em novembro de 1935 e apresenta, como primeiras informações, os dados seguintes: 1 - A paróquia pertencia à Arquidiocese de São Paulo. 2 - Era dirigida pelo padre [Leia mais]
Viaje com o Trem de Passageiros da Vale entre Minas e Espírito Santo e aproveite uma experiência única com conforto, segurança e belas paisagens. Fonte: blog da Vale S.A. Autoridades públicas do Grande ABC; prefeito Guto Volpi, presidente do Consórcio Intermunicipal; prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira; senhores deputados: eis uma pauta perfeitamente viável oferecida por Elias Pereira da Silva, incrementar o transporte ferroviário regular [Leia mais]
Desde domingo, Elias tem sido uma ponte entre a Memória, o Sindicato dos Ferroviários e sua documentação particular sobre o Alto da Serra. Ele é contra as lendas que deturpam a história. “Me sinto protagonista da história local e tenho a obrigação de salvaguardá-la, divulgá-la”, afirma Elias em gravação feita na TV do Diário. Do seu depoimento: O segundo sistema funicular foi inaugurado em 28 de dezembro de 1901 e faz parte do rol de [Leia mais]
30 de outubro de 1932. Nasce o Sindicato dos Ferroviários da Estrada de Ferro São Paulo Railway a partir de um movimento nas oficinas do complexo tecnológico da Lapa, em São Paulo, como narra Elias: Na Lapa nós tínhamos a indústria pesada. Os operários montavam locomotivas, carros de passageiros, material rodante e faziam toda a manutenção da São Paulo Railway. O efetivo era muito grande, com marceneiros, carpinteiros, pintores, eletricistas, [Leia mais]
PRÓLOGO Elias nasceu em Paranapiacaba. Estudou na vila. Foi monitor e guia da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF). Aposentou-se na Ferrovia, seguindo uma tradição familiar iniciada pelo avô, Deodoro José da Silva, que veio de Coimbra (MG), do pai, José Pereira da Silva, que veio de Itabaiana (SE), de tios e primos. Na série que iniciamos hoje, Elias dividirá sua fala em quatro temas: 1 - A tradição [Leia mais]
CASAL DO ESPORTE Ah! A página Memória. Sempre nos brindando com histórias de vida maravilhosas como essa do casal Tavernari. Parece que aquela história do universo conspirar para juntar o que foi feito para ficar junto, se repetiu. Desta feita, arrumou uma chuva e um entrevero providencial para consegui-lo. Vanderlei Retondo - O cronista de Santo André E assim chegamos ao fim da Semana Thelma, a Dama de Ferro. Ocorre que o seu diário de [Leia mais]
No I Festival Mundial de Estrelas, no Peru, a seleção brasileira obtém um honroso sétimo lugar e Thelma, no seu algum de recordações, estampa a primeira página do Correio de Tacna, no extremo sul do Peru, edição de 24 de maio de 1973: “Brasil, um conjunto que fará o que ‘hablar’. Internamente, um momento histórico: São Bernardo sediava pela primeira vez os Jogos Abertos do Interior. A cidade fica com o título. E o basquete feminino colabora com um [Leia mais]
Uma das nossas maravilhosas mulheres. Estou adorando a homenagem. Elexina D’Angelo - São Bernardo Quem no mundo tem 118 títulos? A Thelma deve ser uma recordista mundial de conquistas. Geraldo Nunes - São Paulo E Thelma foi recortando reportagens sobre o basquete feminino por este mundo de Deus. E homenageando colegas, como o técnico Antonio Carlos Barbosa, que em 1972 tinha apenas 26 anos. Thelma, aos 19 anos, e a delegação que [Leia mais]
Folheamos o álbum de recortes da Dama de Ferro do basquete nacional. O Diário do Grande ABC, nos seus primórdios, deixava muito claro: “São Bernardo, campeão deste basquete”. Disputava-se o V Campeonato Estadual Juvenil de Basquetebol Feminino. No Ginásio Lauro Gomes de Almeida, em São Caetano, a participação do Bochófilo de Santo André, São Caetano, Sorocaba, Luso-Brasileiro de Bauru, Piracicabano e o campeão, EC São Bernardo. Escreve o [Leia mais]