Palavra do leitor
FOTO: DGABC

‘Bolsonaro e o irmão acertam a quadra na Mega da Virada’ (www.dgabc.com.br). Só não ganhou porque tinha o número 13.
Anderson Dunga
do Instagram
Como há pessoas importantes e influentes ligadas ao Banco Master, o mercado dá sinais de nervosismo, pois há chances do dito ser desdito e não acontecer mais a liquidação do Master já decretada pelo Banco Central, o que dá o que pensar e não é coisa boa. Como estas ‘pessoas influentes’ têm muito que perder, o mercado derrubou as ações de todo setor financeiro na Bolsa. Como diz o ditado. ‘No Brasil, até o passado é incerto’.
Tania Tavares
Capital
O resultado melhor que o esperado da economia global em 2025 não afasta o principal risco à frente: a fragilidade fiscal. Tarifas, tensões geopolíticas e incertezas regulatórias já afetam expectativas, mas é a deterioração das contas públicas que limita o crescimento sustentável e mantém pressões inflacionárias adiante. O alerta contra o deslumbramento com a Inteligência Artificial é correto. Ganhos de produtividade dependem menos da tecnologia em si e mais do ambiente macroeconômico em que ela é incorporada. Sem disciplina fiscal e previsibilidade, inovação não compensa desequilíbrios – apenas os disfarça. Apostar que a IA corrigirá políticas fiscais frouxas é substituir fundamentos por narrativa, erro recorrente em ciclos de otimismo excessivo.
Izabel Avallone
Capital
Chamam de liderança o que, na prática, virou dependência. Sem Luiz Inácio Lula da Silva, o Partido dos Trabalhadores não manca -– morre. E isso não é prova de força, é confissão de vazio. Lula não formou sucessores; plantou postes. Alguns até venceram eleições, é verdade. Mas o desfecho é conhecido: Dilma Rousseff caiu por impeachment, Fernando Haddad não se reelegeu. Ganhar com o padrinho é uma coisa; governar sem ele é outra. Nada disso foi acidente. Ególatras não criam herdeiros – criam dependentes. Um sucessor forte vira alternativa. Alternativa vira ameaça. Melhor manter o partido orbitando o dono do que permitir que caminhe sozinho. A cantilena das pesquisas é o álibi do presente eterno. Foto não governa, não segura País cansado nem resolve conta que não fecha. E quando o presidente precisa ser protegido das próprias falas, cercado por intérpretes e marqueteiros, o problema não é a idade – é o esgotamento do personagem. O lulismo já pensa como quem teme o depois. Com razão. Porque sabe que, sem o dono, sobra pouco. E isso foi obra dele mesmo.
Luciana Lins
Campinas (SP)
Compete ao freio de arrumação, presidente do Senado, colocar o Brasil em Ordem e Progresso. É a autoridade máxima, mas o desleixo, indiferença ou deslize que o impede de atuar. Daí o Brasil à deriva, inseguro juridicamente, festinhas particulares com a presença de julgadores, objetivando favorecer ou amaciar sentenças – numa acintosa falta de ética. A ponto da criação do código de ética, aos detentores dos mais impolutos saberes jurídicos. Constitucionalmente é exclusividade da presidência do Senado alertar, corrigir, punir e cancelar processos que transgridem a Carta Magna.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)
O Diário agradece e retribui os votos de boas festas recebidos de Maria Maurente; Kamila Freitas; Camila Ribeiro; padre Wagner Ferreira; padre Jonas Abib; e Luzia Santiago.
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