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Incerteza na Venezuela – 1
Ao longo de 27 anos do regime ditatorial Chavez-Maduro, a Venezuela vive dias sombrios. Nesse período as instituições judiciais, legislativas e eleitorais foram progressivamente subjugadas pelo poder executivo, resultando em eleições fraudulentas, falta de transparência, repressão a opositores e utilização das estruturas estatais para a manutenção no poder. Maduro na verdade não era presidente de fato, foi um golpista que fraudou processos eleitorais. Esse cenário levou um país outrora rico e próspero a conviver com extrema pobreza, subnutrição, hiperinflação, escassez de alimentos básicos, serviços públicos deteriorados, dificuldades de acesso à saúde, educação etc. Hoje, o êxodo de venezuelanos chega a 8 milhões de pessoas, fugindo do regime imposto. O país que já produziu 3,7 milhões de barris de petróleo por dia, atualmente produz cerca de 1 milhão através da estatal PDVSA, sucateada pela ingerência e má gestão. Esse é o resultado do socialismo naquele país. O povo venezuelano merece um futuro melhor e Maduro pagar em terra tudo que fez, antes de se encontrar com o capeta.
Mauri Fontes - Santo André
Incerteza na Venezuela – 2
A ‘democracia relativa’ venezuelana ruiu. Trump, o xerife do mundo, primeiro fez o cerco à Venezuela (aéreo e marítimo) e, durante alguns dias tramando, finalmente num ato relâmpago assumiu a Venezuela, levando para os EUA alguns militares, Nicolás Maduro e esposa. Democracia relativa, comunismo e socialismo nas américas que se cuidem. É só questão de tempo, muita coisa pode acontecer. Mesmo Lula rotulando Trump de fascista ele, diplomaticamente, além de mencionar que Lula é um ‘homem agradável’, disse que ‘rolou química’ entre ambos.
Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES)
Banco Master
‘Galípolo liga para Lula e Haddad para agradecer apoio sobre Master’ (www.dgabc.com.br). A palavra ‘master’ tem origem no latim ‘magister’, significando chefe, mestre e aquele que comanda. Sendo assim, é notória a presença de ‘masters’ em todas as esferas de poder no Brasil, especialmente em Brasília. Por exemplo, Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), é um ‘master’. Dias Toffoli, colega de Moraes, também é um ‘master’. Jhonatan de Jesus, ministro do TCU (Tribunal de Contas da União), é igualmente um ‘master’. Enfim, tendo em vista o que já se sabe sobre esses ‘masters’, a opinião pública ainda há de conhecer outros de seus pares que, talvez por discrição, não queiram ser conhecidos. Mas é preciso saber quem são os ‘masters’ entre nós, pois essa é uma qualificação importante demais para não ser revelada.
Túllio Marco Soares Carvalho - Bauru (SP)
Saída de Lewandowski
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, preparou sua saída antes mesmo de a PEC da Segurança Pública avançar. O gesto é revelador: quem acredita em um projeto não abandona o posto. Fica e enfrenta. Lewandowski escolheu sair. Fala-se que este será o ano da segurança nas eleições. Mas, na prática, o governo não entrega proposta, não constrói consenso e não enfrenta o crime organizado. Limita-se ao discurso – e a bloquear iniciativas mais duras e executáveis apresentadas pela oposição. A dança das cadeiras ministeriais não é detalhe administrativo. É confissão política. Sem projeto, o governo troca ministros; sem coragem, adia decisões. A PEC virou enfeite, a violência segue solta e a segurança pública permanece onde sempre esteve: apenas no palanque.
Luciana Lins - Campinas (SP)
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