Palavra do leitor
FOTO: DGABC

‘Base de Lula estuda ir ao STF caso caia veto ao PL da Dosimetria, afirma deputado’ (Política, dia 9). Sem anistia para os inimigos da democracia.
João Alexandre Rocha
do Instagram
Diminuir a pena de bandido e apressar a progressão de pena de criminosos é um absurdo! Precisa mesmo ser barrado.
Marcelo Mendes
do Instagram
Insistem em dar golpe na democracia e na soberania do próprio País. Diferentemente do Executivo, o Legislativo e os governadores estão babando para fazer deste país refém dos EUA.
Marcos Almeida
do Instagram
O veto de Luiz Inácio Lula da Silva não é jurídico. É eleitoral. Travestir cálculo político de defesa da democracia é truque velho – e eleitor não é bobo. Justiça não tem lado: hoje são eles, amanhã pode ser qualquer um. O presidente que jurou governar para todos escolheu o palanque. Optou por agradar sua plateia, mesmo à custa da legalidade. Há instrumentos jurídicos para enfrentar esse veto, que carece de base legal e exala oportunismo. Cabe ao STF (Supremo Tribunal Federal) agir com frieza – se ainda restar independência – e ao Congresso Nacional não se ajoelhar diante de planos eleitorais. O Brasil já anistiou, em sua história recente, gente que pegou em armas e matou. Agora, nega-se anistia a manifestantes desarmados, rotulados de ‘golpistas’ por conveniência retórica. A esquerda sabe distribuir rótulos; só não sabe respeitar quando contrariada. Quem defende a democracia não se vinga. Esse é o divisor de águas entre um estadista – e um populista demagogo agarrado ao palanque.
Luciana Lins
Campinas (SP)
‘Podemos começar a ampliar a extração de petróleo da Venezuela agora, diz executivo da Chevron’ (www.dgabc.com.br). O que mais me irrita é ver sul-americano aplaudindo o colonialismo. É muito bizarro! É a barata defendendo o inseticida.
Luiz Felipe Freitas
do Instagram
Os EUA poderiam devolver o Texas e a Califórnia para o México também.
Aline Fernandes Galera
do Instagram
A história já conheceu tiranos como Joseph Stalin e Adolf Hitler. Regimes erguidos sobre medo, perseguição e morte. Eles não desapareceram – deixaram discípulos. A cartilha segue viva em ditaduras contemporâneas. Cuba e Venezuela são exemplos trágicos: governos que reprimem seus povos, eliminam liberdades e empurram milhões ao exílio. Sanções e negociações fracassaram. Eleições livres nunca vieram. O espanto maior é ver líderes e militantes que relativizam ditaduras quando ideologicamente convenientes. A complacência com tiranos sempre cobra seu preço – e nunca é baixo. A transição nunca é simples, nem indolor. Mas nenhuma ditadura cai sozinha. O que se viu foi um passo que nenhum governante, sob qualquer argumento, ousou dar. A iniciativa rompeu a inércia internacional e expôs a fragilidade de um regime sustentado pela omissão alheia. A partir daí, a responsabilidade deixa de ser externa. Passa a ser do próprio povo venezuelano. Ditadura não se reforma. Ditadura se encerra.
Izabel Avallone
Capital
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