Palavra do Leitor
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Hino em evento esportivo
Há uma lei no Estado de São Paulo que obriga a execução do hino nacional em todos os eventos esportivos. Seria louvável essa iniciativa se houvesse o devido respeito que esse símbolo nacional merece. Afinal de contas, não se trata de um hino qualquer. Tenho observado que, nos jogos de vôlei, há a observância da reverência que o nosso hino merece. Os jogadores e comissões técnicas, quase que na sua totalidade, se mantêm calados, por não saber a letra do hino ou por mero liberalismo. Já os torcedores, na sua grande maioria, por sua vez, entoam os nomes de suas agremiações clubísticas. Sou de uma geração que foi educada a amar e respeitar os símbolos nacionais. Esse descalabro não tem limites. Quem deve colocar um ponto final nesta situação? O STF (Supremo Tribunal Federal), as forças armadas, a classe política, a classe jornalística, a imprensa ou as federações futebolísticas? ‘Que País é esse?’
Sidnei dos Santos Carvalho - Santo André
BBB 26 e Henri Castelli
‘BBB 26: Henri Castelli, de São Bernardo, deixa o reality por orientação médica’ (www.dgabc.com.br). Melhor assim… se cuide e volte melhor numa próxima oportunidade. Continuar só ia lhe fazer mal.
Déborah Mirlly do Instagram
Benefício a aposentados
O governo reajustou discretamente os benefícios dos aposentados que recebem acima de um salário mínimo em 3,9%, abaixo da inflação de 4,26%. Para quem se aposentou ao longo de 2025, o aumento é ainda menor – chegando a míseros 0,21% em dezembro. Quanto mais recente a concessão, menor o reajuste. Não é erro técnico. É uma escolha política. Quem trabalhou, contribuiu e produziu é punido. Quem depende do Estado é preservado – e multiplicado. Hoje, mais de 94 milhões estão cadastrados em programas governamentais; só o Bolsa Família alcança cerca de 50 milhões. Cria-se assim um eleitorado fiel, mantido pela dependência, não pela autonomia. Causa estranheza o silêncio diante desse reajuste provocador. Justamente os mais vulneráveis pela idade são tratados como peso descartável. Trabalho perdeu valor; o que rende voto é a dependência. Um governo que se diz social, mas despreza aposentados, aposta no velho voto cabresto - este sim atrelado ao toma-lá-dá-cá. Eis o progressismo de fachada.
Izabel Avallone - Capital
STF e o banco Master
Depois de intensa pressão de especialistas e entidades ligadas ao setor financeiro, o ministro do STF, Dias Toffoli, finalmente autorizou a PF a fazer diligências e busca e apreensão em endereços dos envolvidos, após um novo pedido. Todos haviam estranhado a suposta proteção do ministro aos dirigentes envolvidos nas fraudes do banco Master, já que ele recusava a autorização para a PF (Polícia Federal) fazer investigações sobre as fraudes de R$ 12,2 bilhões. Já que a PF viu a prática de novos ilícitos, foi necessária a coleta de elementos probatórios. Os alvos foram o dono do banco, Daniel Vorcaro, seu pai, irmã e o cunhado, este foi preso quando tentava sair do País. De bens, foram bloqueados R$ 5,7 bilhões. Também dois empresários foram alvos desta operação. Oxalá, essa investigação doa a quem doer e siga célere na apuração desse grave crime financeiro que prejudicou 1,6 milhão de correntistas. Antes tarde do que nunca. Assim como Toffoli, caiu no real permitindo que a PF investigue esse caso, espero também que o presidente do TCU, Vital do Rêgo, não permita mais que o ministro inconsequente desta instituição, Jhonatan de Jesus, promova mais indignações, quando desceu ao ridículo tentando macular a imagem do BC (Banco Central), com suas ameaças de que iria reverter a falência do Master, e proibir que fosse a leilão ativos deste banco de Daniel Vorcaro.
Paulo Panossian - São Carlos (SP)
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