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Veja a Palavra do Leitor do 'Diário' deste dia 24 de janeiro de 2026

24/01/2026 | 12:23
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 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Jardim Nakamura

‘Um ano depois, moradores de comunidade de Rio Grande da Serra seguem sem água’ (Setecidades, ontem). Já foi assinado o decreto autorizando a ligação. Estávamos aguardando parecer técnico sobre o local que é uma área de invasão.

Akira Auriani - Prefeito de Rio Grande da Serra

Eduardo Leite e o PT

Eduardo Leite é bacharel em direito e político brasileiro. Foi filiado ao PSDB, partido que criou o plano real, e atualmente é filiado ao PSD e governador reeleito do Rio Grande do Sul. Como é um possível candidato às eleições para a Presidência do Brasil neste ano, foi vaiado pela militância do PT numa cerimônia oficial com o presidente Lula. Eduardo Leite cobrou respeito institucional e expôs a ‘democracia de fachada’ do lulopetismo perguntando: “Este é o amor que venceu o medo?” Não, né? Vamos respeitar por favor.

Tania Tavares - Capital

Arrecadação do governo

Tanta sede ao pote faz de Lula, ao fim de seu terceiro mandato, o presidente que mais arrecadou. Em 2025, a receita federal atingiu R$ 2,887 trilhões, o maior volume já registrado, com crescimento real de 3,65% – o melhor resultado para o governo, pior para o pagador de impostos, em 31 anos. Ao elevar tributos tentou corrigir distorções, mas no caso do aumento do IOF , os mais pobres foram diretamente atingidos. O erro central está em insistir na elevação de uma carga já excessiva, quando o desafio deveria ser torná-la mais justa e eficiente. Arrecadação recorde não resolveu o problema fiscal. Ao contrário, o governo optou por empurrar os ajustes estruturais para frente, adiando decisões difíceis e transferindo a conta para 2027. Governar não é apenas arrecadar mais, mas gastar melhor, reformar e planejar. Arrecadar recordes para sustentar um governo perdulário não é política econômica – é postergação de crise.

Izabel Avallone - Capital


Fachin e o STF

Foi tímida – para não dizer condescendente - a resposta do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao interromper as férias. Falou em transparência e respeito. Curioso: quem costuma pedir transparência e respeito é quem paga a conta. O Supremo não deve se curvar a ameaças ou intimidações – nisso não há divergência. O problema é outro: ministros parecem mais empenhados em se proteger do que em proteger a democracia que dizem defender.O tratamento cuidadoso dado ao caso do banco Master levanta dúvidas incômodas. Será um episódio isolado ou outros bancos ainda surgirão nessa história? Justamente por isso, é essencial que CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e Polícia Federal sigam investigando, sem freios nem blindagens. Causa estranheza, ainda, a resistência em elaborar um código de conduta. Ele é dispensável. Bastaria que a Constituição fosse respeitada. Se as críticas são legítimas – como o próprio ministro reconheceu - então não se trata de ataque à democracia, mas de cobrança por justiça e respeito a quem arca com as consequências das decisões tomadas nos gabinetes.

Luciana Lins - Campinas (SP)


Trump e o caos

Até gostei da eleição de Donald Trump. Mas depois de tantas brigas e bravatas, acredito que ele, sem querer querendo, virou o Bolsonaro yankee. E posso dizer sem medo de errar que, em especial, a matemática dele em relação aos remédios, que tiveram lá um desconto de 600%, ou seja, ‘de grátis’? Em resumo, endoidou. E fica uma elementar pergunta: qual será o fim desse caos?

Antonio Jose Gomes Marques - Capital




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