Política Titulo Ex-prefeito de Rio Grande da Serra

Gabriel Maranhão não paga pensão alimentícia e é preso

Decisão foi assinada por magistrado da 6ª Vara da Família e Sucessões de Santo Amaro, na Capital

30/01/2026 | 21:48
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FOTO: Reprodução Redes Sociais Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


 O ex-prefeito de Rio Grande da Serra Gabriel Maranhão (partido desconhecido) – entre 2009 e 2016 – foi preso na última quinta-feira (29) por não pagar pensão alimentícia de filho menor de idade. A dívida acumulada é de R$ 224,5 mil. O mandado de prisão foi expedido em 28 de novembro de 2025 pelo juiz Davi Mancebo Coutinho Fernandes, da 6ª Vara da Família e Sucessões de Santo Amaro, na Capital.

Segundo boletim de ocorrência elaborado no 98º DP (Distrito Policial) do Jardim Miriam, bairro da Zona Sul, policiais militares receberam denúncia anônima, no dia 24 de janeiro, de que um casal brigava em frente a uma hamburgueria na Avenida Interlagos. Na abordagem, constatou-se que Maranhão era procurado pela Justiça.

Detido, passou por exame de corpo de delito no IML (Instituto Médico Legal) e foi levado a um CDP (Centro de Detenção Provisória) para cumprir pena de 60 dias em regime fechado. A unidade prisional, no entanto, não foi divulgada.

A determinação judicial diz que o ex-prefeito e ex-presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC deve ficar isolado dos demais presos. A Justiça determinou que Maranhão receba tratamento adequado, tendo em vista que afirmou usar medicamentos ansiolíticos e para bronquite. 

Engenheiro, Maranhão deixou a cidade da região há mais de dois anos, após ter se desentendido com um sócio de uma de suas empresas e se envolver em polêmicas.

Em 2023, acusado de crime ambiental pelo então vereador Marcelo Akira (Podemos), envolveu-se em uma briga de rua que também contou com a participação de um amigo.

Anos antes, em março de 2021, Gabriel Maranhão foi atingido por um tiro após sofrer uma tentativa de sequestro, enquanto estava próximo à sua residência, no Jardim Lavras Mirim, em Suzano. O político trafegava em um Mercedes-Benz C-180 quando foi abordado. Após o ataque, o ex-prefeito ficou internado por dois dias em um hospital particular de Ribeirão Pires.

A defesa de Maranhão não foi localizada para comentar o assunto.

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