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Simões ressurge no PL e Mazinho fica escanteado

01/04/2026 | 08:05
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ARTE: Seri
ARTE: Seri Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Terceiro mais votado na eleição para Prefeitura de Mauá em 2024, Sargento Simões volta às urnas pelo PL em outubro, para deputado estadual. O ex-prefeiturável estava propenso até a deixar o partido, mas foi atraído pelo deputado federal Cezinha de Madureira (PL), que o convenceu a fazer uma dobrada em solo mauaense. Desse modo, o liberal volta ao cenário eleitoral da cidade. “Sou pré-candidato (a prefeito em 2028), ganhando ou não a eleição (de 2026)”, contou à coluna. Quem não ficou nada feliz com a história foi o vereador Mazinho (PL), que preparava o terreno para ser o receptáculo do bolsonarismo na próxima disputa municipal. Segundo interlocutores do Partido Liberal, o parlamentar decidiu procurar o diretório estadual, alegando que o novo cenário não foi o combinado.

Bastidores

Revés

O deputado estadual Atila Jacomussi (União Brasil) acumula derrotas no âmbito da Operação Prato Feito. No sábado (28), a juíza Maria Claudia Bedotti, do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), rejeitou embargos que questionavam a delegação de atos instrutórios à primeira instância. Antes, o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou reclamação que buscava anular provas obtidas sem prévia autorização judicial. Desse modo, as instâncias superiores mantiveram o andamento das ações, frustrando o parlamentar.

Expensas

A Prefeitura de São Caetano emitiu em 10 de março um boleto no valor de R$ 81.278,37 em nome de José Auricchio Júnior (PSD), que comandou a cidade até 31 de dezembro de 2024. O valor se refere à impressão da montanha de documentos relativos ao primeiro ano de mandato do sucessor, Tite Campanella (PL), solicitada pelo ex-chefe do Executivo. A juíza Daniela Anholeto Valbao Pinheiro Lima ordenou ao Palácio da Cerâmica fornecer as cópias requisitadas, determinando, todavia, que a entrega estivesse “condicionada ao pagamento das custas relacionadas”. Pelo menos até esta terça-feira (31) no finalzinho da tarde a quitação não havia sido feita.

Sem cachimbo...

A propósito da nota publicada terça-feira (31) nesta coluna, sobre a possível reconciliação entre os ex-prefeitos de Santo André Paulo Serra (PSDB) e de São Bernardo Orlando Morando (MDB), o emedebista negou a informação. Ele confirmou, entretanto, que houve tentativa de reaproximação, por meio de pedido de reunião feito pelo tucano – “que não foi atendido”. Finalizou dizendo que não haverá qualquer encontro ou diálogo “até o encerramento do processo eleitoral de 2026”.

...da paz

Questionado sobre o mesmo assunto, Paulo Serra optou por não comentar.

Homiziado

Considerado foragido da Justiça desde segunda-feira (30), quando foi condenado a cinco anos de prisão por extorsão, o ex-secretário rio-grandense de Governo Gilmar Miranda de Almeida Yamada apareceu terça-feira (31) ao vivo em vídeo na internet dizendo que está na cidade: “Só saio aqui de Rio Grande da Serra morto”. E prometeu reverter a decisão: “Estarei de volta mais rápido do que vocês imaginam”.

A grande família

Gilmar Miranda de Almeida Yamada é irmão de Ademir Miranda de Almeida, o Brinquinho, condenado pela morte do então prefeito de Rio Grande da Serra, Carlão Arruda, em março de 1998, e de Agnaldo de Almeida, baleado pelo próprio sobrinho, à época um adolescente de 16 anos, em março de 2013, quando exercia o cargo de vereador.




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