Palavra do Leitor

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Saúde infantil
Prefeito de Santo André avança com serviço referência em saúde infantil (www.dgabc.com.br). E nossa Santo André que aniversaria seus 473 anos sente-se presenteada com este reconhecimento imprescindível, social e medicinal. E os bebês e crianças são foco principal e prioritário, pois serão agraciadas por serem pacientes desde os mais tenros anos de vida. E quanto aos seus pais irão se sentir mais seguros, pois serão os maiores beneficiados, após os bebês e crianças. E nós, como andreenses, seremos por demais gratos e isso por testemunharmos que prefeito, reitor, representantes de instituição e do Rotary se unem para uma grande festa de cidadania.
Cecél Garcia - Santo André
Corrupção na política
Nunca na história política do Brasil, existiu um governo com tantos meliantes, razão da criação do neologismo para designar o bando de madraços que fizeram do nosso país a grande célula de corrupção. Os adjetivos caracterizadores desta súcia já se esgotaram nos sucessivos artigos de muitos brasileiros indignados como eu, que se espraiam em todo território nacional. Aqueles corruptos que se colocam no antro do executivo e no legislativo não têm o mínimo de compaixão pelo povo, que clama por saúde e educação de boa qualidade e de outras essenciais à vida humana. Esses larápios se irmanizam pelos dedos ágeis na locupletação dos bens públicos. Esta prática imoral é ainda mais assustadora: todos cínicos, desprovidos de qualquer quinhão de respeito às instituições e ao próximo, todas peças malfeitas, infelizmente, não eliminadas pela natureza que pecou pela distração. Outubro vem aí. Pense bem desde já na hora de votar, temos que acreditar no novo político e tirar esta casta de vagabundos viciados em surrupiar o dinheiro público.
Francisco Emídio Carneiro - São Bernardo
Endividamento no País
‘Durigan: novo programa de renegociação de dívidas deve ter descontos de até 80%’ (www.dgabc.com.br). O Planalto, apavorado com a queda do presidente nas pesquisas para o pleito deste ano, no qual visa sua reeleição, parece jogar suas cartas finais para tentar recuperar votos dos eleitores. Como anunciou via imprensa, o novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que dentro de 10 dias deve apresentar um novo programa de renegociação de dívidas das famílias. No qual deve oferecer desconto de 80%, e os restantes 20% da dívida renegociadas. O objetivo do Planalto, é reduzir o endividamento das famílias que em fevereiro último chegou aos 80,2%. Mas, falta combinar com os bancos. Assim como no caso do diesel, Lula tenta jogar a alta deste produto nos postos dos combustíveis também nas costas dos Estados. Porém, é sempre bom lembrar, que, se o teimoso e soberbo Lula, desde que assumiu seu terceiro mandato em 2023, tivesse zelo com o equilíbrio fiscal, e desse um fim aos excessivos gastos improdutivos que continua fazendo, a taxa Selic, que estava em 10,50% ao ano, tampouco teria chegado aos 15% (hoje em 14,75%), mas já estaria bem abaixo dos dois dígitos. E, em consequência, essas famílias não estariam tão endividadas, e menos ainda o setor produtivo que bate inclusive recorde no número de pedidos de recuperação judicial pelas empresas. Tudo em função dos juros altos que o Lula, se fazendo de surdo, não quis ouvir os alertas do BC e de todo mercado.
Paulo Panossian - São Carlos (SP)
Imagem no governo
Como se vê, por mais que se queira um herói, os fatos recentes mostram que essa figura foi substituída por enganadores, fanáticos pelo poder. O PT, doutor em narrativas, já não vive apenas delas – precisa, isso sim, de um milagre. O ceticismo não nasceu por acaso: nasce da violência que aprisiona o cidadão e da corrupção que corrói o país, problemas antigos e nunca resolvidos. Foi-se o tempo em que se amarrava cachorro com linguiça. O eleitor cansou. Hoje, quer o básico funcionando – segurança, honestidade e resultados concretos. E é justamente aí que os discursos grandiosos desmoronam. Resta ao eleitor a esperança – essa teimosa sobrevivente. Mas, diante de tanta promessa vazia, até ela começa a rarear.
Izabel Avallone - Capital
Vaga no TCU
A disputa por uma vaga no Tribunal de Contas da União já não faz questão de disfarçar: mérito é detalhe, o que vale mesmo é o conchavo. Acordos são fechados antes entre Hugo Motta e o PT – e a fatura já começou a ser cobrada, inclusive com dividendos políticos na Paraíba. O toma lá, dá cá segue sem o menor pudor. A vaga virou prêmio de consolação, seguro eleitoral e instrumento de barganha. Serve para quem quer poder, para quem quer se proteger e para quem precisa sobreviver. Tudo, menos para escolher alguém tecnicamente qualificado. Enquanto isso, trocam-se partidos, desfazem-se promessas e refazem-se alianças conforme a conveniência do momento. Honrar acordos virou discurso; cumpri-los, exceção. E assim, um órgão que deveria fiscalizar a política acaba capturado por ela.
Luciana Lins - Campinas (SP)
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