Palavra do Leitor
FOTO:

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. Se julgar pertinente, o Diário utilizará neste espaço comentários referentes a reportagens publicados em suas redes sociais. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.
Metro para o Grande ABC
‘Metrô lança dia 25 edital para estudo de linha que ligará Diadema à Capital’ (Setecidades, dia 22). Precisamos viabilizar este projeto para ontem, pois até aqui só promessas vazias e nada.
César Rodrigues Dos Santos
do Instagram
Copa do Mundo
‘Com Neymar como destaque, Ancelotti convoca Seleção Brasileira para a Copa’ (www.dgabc.com.br). Com 48 seleções, ante 32 nas edições anteriores, a Copa do Mundo deste ano, com início no próximo dia 11 de junho e disputada nos EUA, Canadá e México, deverá ter o maior faturamento da história entre os grandes eventos esportivos, como revela o consultor Guilherme Ravache ao jornal Valor. Desde que foi anunciada a Copa deste ano, após a edição do Catar, em 2022, a Fifa já arrecadou US$ 9 bilhões e projeta, até o fim do torneio, no mês de julho, faturamento recorde de US$ 13 bilhões. Para se ter uma ideia, nas Olimpíadas de Paris, em 2024, foram arrecadados US$ 5,24 bilhões, o equivalente a 40,3% do que deverá ser arrecadado na Copa deste ano. Desse faturamento de US$ 13 bilhões, 50% referem-se aos direitos de transmissão dos jogos. Com o aumento do número de seleções, de 32 para 48, mais 5 milhões de ingressos foram vendidos. Muito mais do que na última Copa, no Catar, quando a venda de ingressos alcançou a cifra de US$ 950 milhões. No evento deste ano, ela já ultrapassa os US$ 3 bilhões. Se o técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, desde a convocação também faturou como garoto-propaganda no lançamento de dois modelos de carros da Volkswagen, Neymar, com seus 231 milhões de seguidores, após a confirmação de sua convocação, publicou uma série de posts publicitários nas redes sociais para marcas como Red Bull, Puma, Mercado Livre, CazéTV e Blaze. Ou seja, um evento como a Copa do Mundo de futebol, além de dar ibope, também proporciona grande faturamento não apenas para a Fifa, mas para vários setores da atividade econômica. Porém, o que a torcida brasileira mais deseja é a conquista de mais um título da seleção: o hexacampeonato.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)
Delação de Vorcaro
‘PGR vai continuar negociação de delação premiada de Daniel Vorcaro após PF rejeitar proposta’ (www.dgabc.com.br). A condução da delação de Daniel Vorcaro começa a levantar mais dúvidas do que certezas. A saída da Polícia Federal da mesa de negociações, deixando a condução concentrada apenas na PGR, cresce inevitavelmente a sensação de que o roteiro pode acabar previamente definido nos bastidores. Em casos dessa dimensão, transparência e credibilidade são indispensáveis – e, até aqui, o que se vê é uma sucessão de idas e vindas. A demora excessiva, as sucessivas trocas de advogados e o retorno de Vorcaro à prisão apenas ampliam a sensação de improviso e de negociação em terreno movediço. E poucos acreditam que essa nova temporada atrás das grades dure muito tempo. Em Brasília, corre à boca pequena que o calendário político talvez pese mais do que o jurídico e que certas revelações só interessem depois das eleições, quando alguns nomes já tiverem perdido utilidade ou proteção. Enquanto isso, o brasileiro assiste a mais um enredo em que provas, áudios, cifras e relações perigosas parecem caminhar lentamente rumo ao velho destino nacional: a grande pizza. Afinal, quando investigações passam a depender mais dos bastidores do que dos fatos, cresce o receio de que a Justiça deixe de ser cega apenas para enxergar melhor alguns poderosos.
Izabel Avallone
Capital
Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.