A intervenção no Hospital Estadual Mário Covas, promovida pelos prefeitos de Santo André, Gilvan Ferreira; de São Bernardo, Marcelo Lima; e de São Caetano, Tite Campanella, precisa ser vista como uma ação emergencial que teve como objetivo principal estancar uma grave hemorragia. Os gestores das cidades mantenedoras da FUABC (Fundação do ABC), entidade que gerencia o equipamento de saúde, perceberam o quão crítica era a situação após operação deflagrada pela Polícia Civil para investigar desvio de medicamentos. Fato grave, mas não isolado!
O trio de gestores não titubeou em modificar o comando do Mário Covas, substituindo o médico Murilo William Dib, que respondia pela direção desde abril deste ano, por José Antonio Acemel Romero, atual secretário de Governo na Prefeitura de Santo André, e colocando Ricardo Carajeleascow na diretoria técnica, no lugar de Alexandre Cruz.
Profissionais gabaritados e entidades renomadas foram chamados para esta missão. Cabe a eles atuar com precisão cirúrgica e grande perspicácia para sanear o Mário Covas e recolocá-lo na trilha da boa gestão e do atendimento exemplar. O hospital precisa ser citado em notícias de saúde, jamais em páginas policiais.
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