Falta menos de uma semana para o Brasil escolher quem vai conduzir a Nação pelos quatro anos vindouros, de 2027 a 2030. A definição do próximo presidente da República não deve ser resultado de impulsos, paixões partidárias ou promessas sedutoras, mas de análise criteriosa das propostas apresentadas pelos dois candidatos que disputam o segundo turno: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre à reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), o desafiante. Antes de comparecer às urnas no domingo (25), o eleitor tem o dever cívico de estudar programas de governo, ponderar compromissos e avaliar quais caminhos oferecem respostas mais consistentes aos desafios nacionais – e regionais.
Vê-se, portanto, que não basta escolher o candidato que melhor corresponda às convicções pessoais de cada um. É preciso aferir qual projeto apresenta propostas viáveis para o Brasil e demonstra disposição para dialogar com Estado e municípios, respeitando as particularidades regionais e promovendo o desenvolvimento. No domingo, cada voto ajudará a definir os rumos do País. Que diante da urna eletrônica, a decisão seja tomada com serenidade, informação e espírito público. O Grande ABC necessita de um presidente comprometido com suas potencialidades e necessidades, assim como o Brasil precisa de um governante capaz de unir esforços em torno de objetivos comuns. É chegada a hora de decidir!
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