Arábia Saudita diz ter interceptado drone perto de Meca; navio-tanque é atacado em Ormuz

O porta-voz militar houthi Yahya Saree negou ter conduzido operações com alvo em Meca e afirmou, em comunicado, que as ações do grupo miram instalações petrolíferas sauditas e bases militares

30/10/2026 | 09:20
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FOTO: Magnific  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou nesta sexta-feira que interceptou e destruiu um drone lançado pelos rebeldes houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã.

O porta-voz da coalizão, major-general Turki al-Malki, disse que o drone foi interceptado na região ao redor de Meca, a cidade mais sagrada do Islã e destino de milhões de peregrinos muçulmanos todos os anos.

O porta-voz militar houthi Yahya Saree negou ter conduzido operações com alvo em Meca e afirmou, em comunicado, que as ações do grupo miram instalações petrolíferas sauditas e bases militares.

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A Arábia Saudita já havia informado anteriormente a interceptação de mísseis e drones que seguiam em direção a Meca e Medina. Os houthis têm negado repetidamente ter mirado qualquer uma das duas cidades.

Em outro episódio, um navio-tanque pegou fogo depois que uma pequena embarcação fixou dois explosivos em seu casco enquanto ele transitava pelo Estreito de Ormuz, o que desativou temporariamente o navio, segundo as Forças Armadas do Reino Unido.

A Operação de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, na sigla em inglês) disse que os explosivos foram colocados acima da linha d'água, detonando na quinta-feira e provocando um incêndio na casa de máquinas.

A UKMTO não identificou o navio-tanque, que navegava a cerca de 46 quilômetros a nordeste de Khasab, em Omã, nem informou quem teria sido o responsável pelo ataque. A entidade afirmou que a tripulação está em segurança e que não houve impacto ambiental.

A explosão ocorreu após a Guarda Revolucionária do Irã afirmar, na quinta-feira, que três petroleiros atingiram minas ao tentar deixar o estreito por uma rota não autorizada. Anteriormente, a UKMTO havia informado que outubro já é o mês com mais ataques registrados contra a navegação no Estreito de Ormuz desde março, nos meses iniciais da guerra do Irã. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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