Veja a Palavra do Leitor do 'Diário' deste dia 30 de outubro de 2026

Luto nas artes – 1
‘Morre Patrick Stewart, o Professor Xavier de ‘X-Men’, aos 86 anos’ (www.dgabc.com.br). E ele deixará de presente para nós, o filme dos Vingadores, Doutor Destino, que estreia nos cinemas em dezembro.
Renato Santos Coriliano-do Instagram
Luto nas artes – 2
O eterno capitão Jean-Luc Picard, eterno professor Charles Xavier. Que a memória dele seja eternizada. Teve uma última aparição pelo menos como Xavier no filme mais recente do Dr. Estranho. Uma tristeza.
Felipe Crippa-do Instagram
Seleção Brasileira
‘Ancelotti aposta em jovens para os últimos amistosos da Seleção Brasileira na temporada’ (www.dgabc.com.br). Que insistência é essa com o Raphinha e Vini Jr.?
Helio Antônio-do Instagram
Eleições – 1
‘Imprensa internacional repercute saída de Flávio Bolsonaro do Brasil após derrota nas eleições’ (www.dgabc.com.br). É difícil digerir que, mesmo sendo um senador medíocre, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como candidato ao Planalto no segundo turno deste ano, tenha recebido 48,2% dos votos – o equivalente a mais de 59 milhões de eleitores. No entanto, em dívida com a Justiça brasileira, ele não apenas se recusou a entregar seus passaportes, conforme solicitado pelo STF, como também fugiu para os Estados Unidos, desembarcando com a família na terra do Tio Sam na quarta-feira (28). Será que foi sorte dos brasileiros Flávio não ter vencido o pleito? Mesmo sabendo que o vencedor, pela quarta vez, foi outro político medíocre e demagogo, Lula da Silva, que infelizmente governará esta Nação por mais quatro anos, apesar de ter sido incapaz de desenvolver o Brasil ao longo dos 12 anos em que esteve no poder. E como ficam os 59 milhões de eleitores que decidiram, democraticamente, votar em Flávio Bolsonaro? No mínimo, esperavam que, mesmo perdendo a eleição, ele usasse o crédito eleitoral recebido para liderar a oposição e se posicionar contra os eventuais desmandos desta nova gestão petista. Afinal, os partidos que apoiaram Flávio já estão de pires na mão – ou até de cócoras – à espera de cargos importantes no governo Lula. Como o PT continuará em minoria em um Congresso que se projeta hostil, Lula certamente recorrerá à estratégia adotada entre 2003 e 2010: entregará estatais no regime de “porteira fechada” aos seus aliados, alimentando uma orgia de ilícitos para garantir a governabilidade. Caso contrário, arrisca-se a descer a rampa do Planalto antes do fim do mandato. Posto isso, continuaremos no mato sem cachorro: sem governo e assistindo ao Congresso se lambuzar com o provável desgoverno Lula. Colheremos apenas indignação, o adeus ao tão necessário equilíbrio fiscal e ao controle da dívida pública – que em agosto já atingia R$ 11,1 trilhões –, além do provável acúmulo de PIBs negativos, alto desemprego e aumento da pobreza. Ou seja, mais retrocesso.
Paulo Panossian-São Carlos (SP)
Eleições – 2
‘Flávio vai aos EUA após negar saída do Brasil; vice admite derrota’ (www.dgabc.com.br). Sob a direção de Lula, o Brasil segue celeremente para a adoção da Democracia Relativa. Os adversários políticos são alijados ou punidos. Sete minutos após definida a vitória de Lula, foi decidido pelo confisco do passaporte de Flávio Bolsonaro. Confirmando a ameaça de Lula feita durante o embate eleitoral televisivo de que findo o mandato de senador, sem imunidade parlamentar, terá sérios problemas com a justiça. A implacável parceria entre os poderes Executivo e Judiciário já deu mostras de que foi reforçada. O Brasil segue o exemplo da Venezuela, com transição idêntica. Falta pouco para venezuelarmos.
Humberto Schuwartz Soares-Vila Velha (ES)
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